Quando falamos de abelhas, o vem normalmente sobe à cabeça são as chamadas abelhas "exóticas", importadas da Europa e da África no 1956. Mas as abelhas nativas brasileiras não levar a picada. As mais de 350 espécies de abelhas presentes no Brasil oferecem um serviço de valor incalculável. A conservação da biodiversidade para antonomásia, a polinização, é um serviço especializado e essencial para a manutenção da diversidade de biomas, e é “o elo que deflagra” a cadeia alimentar, com uma tarefa muito importante para a sustentabilidade dos ecossistemas.

Por serem tradicionalmente manejadas por povos indígenas, são também conhecidas como "as abelhas indígenas", sendo incluídas em um processo de extinção acelerado devido ao desmatamento da Mata Atlântica e flora nativa.

As Melíponas têm asas mais curtas do que seu corpo, enquanto as de Trígonas são maiores. As Melíponas também posem tamanho menor. A postura dos ovos é sempre para o disco, e todas as células têm o mesmo volume. Na ocasião, de algumas células nascem princesas (até 25% do disco), e um deles pode estar escolhida como a rainha de una nova colônia. A postura dos ovos das Trígonas pode ser em disco ou cluster. As células podem não ser todas do mesmo tamanho.

As larvas das células são alimentadas e gerar as princesas que podem se tornar rainhas. A diversidade de abelhas nativas garante a polinização da multidão de espécies vegetais presentes no nosso planeta.

Sem essa variedade de abelhas, dificilmente haveria qualidade na polinização da flora local e a consequente abundância de frutos e sementes.

Tendo em conta as suas qualidades excepcionais), seu mel é um Presidio Slow Food. Estoa tribo é o maior produtor de mel das nativas sem ferrão. Destas, algumas Uruçus podem chegar a construir potes de mel com um volume de até 50 ml.

A produtividade destas abelhas, calculada por indivíduo, é superior à das abelhas sem ferrão.

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